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Bem-vindos

Desde 1998, os Congressos Ibéricos sobre Planeamento e Gestão da Água têm promovido uma reflexão transdisciplinar, crítica e construtiva sobre as políticas de água em Portugal e Espanha. O objetivo foi sempre o de contribuir para uma nova cultura da água que melhore a nossa relação com os ecossistemas e que permita uma gestão mais democrática e uma utilização mais equitativa.

Os temas abordados em cada Congresso variam de acordo com o contexto dos problemas de cada momento, mas invariavelmente somos confrontados com o resultado das práticas que decorrem de determinadas relações de poder e de uma conceção obsoleta das políticas de água. Na preparação desta oitava edição encontramo-nos perante um cenário institucional muito particular que reforça a importância desta discussão coletiva. A União Europeia procedeu a uma avaliação do primeiro ciclo de planeamento hidrológico no final de 2012 e este processo de avaliação comum a todos os Estados Membros requere também uma participação ativa da sociedade civil.

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Fundación Nueva Cultura del Agua
Workshop

Gestão do ciclo urbano da água em tempos de crise | 06.12.13 | 11H30-13H30

Programa

Pode consultar toda a informação relativa ao programa clicando aqui.

Visitas (inscrição)

As visitas estão marcadas para o dia 07.12.13, para os períodos da manhã e da tarde.

Jantar (inscrição)

No calendário de eventos está prevista a realização de um jantar no dia 05.12.13.

Notícias
De Espanha queremos bons ventos... e boas águas.

A expressão "De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento" espelha uma relação histórica conturbada, decorrente da relação intrincada de partilha e rivalidade do território da Península Ibérica por Portugal e Espanha. A água é mais um dos exemplos em que existem bens/recursos partilhados pelos dois países, que requerem uma gestão conjunta para que o usufruto seja equitativo. A preocupação relativa ao uso da água é uma realidade premente, acentuada pelas necessidades crescentes de volumes de água armazenados para irrigação, justificados pela promoção da agricultura intensiva, mas também pelo aumento dos consumos de energia e a aposta na produção hidroelétrica para fazer face a esta procura crescente.

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